eu vejo coisas escuras e nuas no terreiro elas se esforçam e se esfolam, e quando baixam a guarda deixam aparecer o rizoleto. (frases crurais ou ruderais)
olho pela lupa de aumento; olho pelas lentes dos meus olhos recostados sobre a mesa, por trás deles Cleber Vieira e sua filha Lidiane sorriem copiosamente, quase fecham os olhos ao sorrir, formando papulas e rugas ao redor de seus olhos.. as bochechas se elevam com o esticar dos labios exibindo os dentes brancos a lá kolinos de Lidiane, e o bigode maroto do senhor Cleber...
quando crescermos vamos sentir fome e não haverá ninguém a nôs dar o de comer, ai comeremos uns aos outros e não haverá mais boa compania, apenas panos quentes e caras falsas.. e eu lhe apertarei a mão como quem diz como vai, ou pergunta as horas com um relógio no pulso...
eu perco as estrelas no céu todos os dias, eu não vejo o detalhe, não sinto o vento, não toco a textura... eu queria ser macio quando eu crescer...
é..
Nenhum comentário:
Postar um comentário